É hora de blogar!

Depois de muita revolta, murros na parede, pranto e ranger de dentes, eis que a boa blogueira a casa torna.
Sério, eu tenho muita coisa pra dizer.
Será o primeiro post longo do meu blog. Daqueles que você olha por cima e dá preguiça.
MASEDAÍOBLOGÉMEUEUESCREVOOQUANTOQUISER! hahaha!

Falando mal de Cinema Curitibano

Claro que eu falo mal. Você conhece alguma coisa de Cinema Curitibano? Nem eu. Nem ninguém. Não existem muitos nomes expressivos nessa área. Vai dizer que estou mentindo?
O problema número um é a falta de identidade do povo daqui. Algumas produções podem ser citadas, como por exemplo Oriundi, que foi inteiramente rodado em Curitiba em 1998. Porém, o diretor é carioca, a produtora é carioca e o grande astro do filme, Anthony Quinn, é um mexicano naturalizado americano. O tema pode até ser considerado local (imigração de italianos), porém não é exclusivo de Curitiba, nem do Paraná.
O problema número dois é a falta de interesse de patrocinadores. Simples, como ninguém se interessa, nem conhece produções locais, quem vai ser louco de investir em algo do gênero?
Você, produtor de cinema, se quisesse fazer um filme sobre a identidade do povo daqui, faria sobre o que? (Quem responder leite quente apanha!)
O problema número três é que o povo daqui não sabe valorizar o que vem daqui mesmo. O que é o Paraná para o resto do país? Araucárias? A questão cultural chega a ser ridícula. Em Curitiba, a cidade sede do Festival de Teatro, as pessoas só vão ao teatro no festival.
O povo não só Curitibano, mas Paranaense precisa muito de um chacoalhão moral.

Falando mal de Cliff Burton

Meu, claro que eu tenho que falar desse cara. Hoje é o aniversário de 21 anos de morte desse que foi um dos maiores músicos que o Heavy Metal já viu.

Clifford Lee Burton (10 de fevereiro de 1962 — 27 de setembro de 1986) baixista do Metallica, juntou-se à banda em 1982. Sua vida e sua trágica morte, em acidente ônibus durante uma turnê inspiram músicas da banda e comovem fãs até hoje.

Na noite da morte de Cliff, houve uma discussão no ônibus em razão da disposição dos componentes nas camas. O guitarrista, Kirk Hammet tinha a cama mais quente, e nesta noite o frio era insuportável. Cliff propôs que os integrantes tirassem na sorte, quem ficaria com a cama e ele mesmo ganhou. No momento do acidente apenas ele morreu, pois foi jogado para fora do ônibus, que o esmagou.

Burton não falava muito, mas quando falava, as pessoas escutavam. Ele era filho de Jan e Ray Burton, dois hippies de São Francisco. E também tinha aquelas idéias de hippie; gostava de cerveja, era relaxado, calmo e feliz. Ele viveu com sua família em São Francisco, e por três anos e meio ele trabalhou duro para atingir o topo do Metallica.

Fora do palco, ele era o último californiano calmo, uma total oposição de sua selvagem e agressiva ação no palco. Seu senso de humor era grandioso, como os seus solos de baixo e todas as coisas ligadas sua presença no palco. Era mais visível no palco que os outros da banda, mas somente era extravagante.1986 parecia que seria o ano do Metallica. O terceiro álbum do Metallica “Master Of Puppets” era um sucesso absoluto entre o público Heavy Metal. Durante a turnê do álbum aconteceu a tragédia. Era a madrugada de sábado, 27 de Setembro de 1986, e os dois ônibus da turnê do Metallica estavam fazendo o seu caminho pela estrada, na Escandinávia. Tragicamente, em um espaço de poucos terríveis segundos um acidente transformava o sonho da existência do Metallica em um infernal pesadelo. O seu baixista de 24 anos de idade, Cliff Burton, estava morto.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cliff_Burton

Por hoje é só pessoal.
Beijos a quem merece!! ;]

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Blog de CU é ROLA

Com licença, putada. Vou viver.