Falando mal de curitibocas


Calma, esse ainda não é o post no qual falarei mal do Curitibocas.

Irei falar mal dos curitibocas mesmo.

Inicialmente, esclarecendo, digo que curitibocas não são necessariamente curitibanos. E vice-versa. Também já faço outro esclarecimento: Sou curitibana de nascença e sempre morei aqui. Mas não sou curitiboca. Não muito. rs (ps.: dizem as más línguas que sou uma curitibana atípica.)

Até porque existe muito curitiboca que veio de fora. Grande parte da tchurma curitiboca nem nasceu aqui.

A parte engraçada

“Não sou cavalo pra ficar mostrando os dentes” – meu pai, sobre a antipatia Curitibana.
Um bom exemplo do que é um curitiboca é dar uma lida no verbete Curitiba da Desciclopédia. É longo mas rende boas risadas.
Transcrevo aqui algumas partes interessantes:

Bizarramente o curitiboca típico não consegue compreender a expressão ‘Bom Dia’ entendendo algo como ‘Lhe odeio seu cão sarnento!’. Isso ainda é passível de estudos.

A cena MODS curitibana pode ser encontrada principalmente na seção de absorventes femininos da rede Farmais, Nissei, Drogarias Curitiba, entre outras, assim como no perímetro gerado pelo Palácio de Telecomunicações Costa Silva, a Praça Tiradentes e o Shopping Mueller. Os MODS se vestem com ternos esquisitos, acham chique usar lambretas e fones brancos.

Único lugar do mundo onde se fabricam os refrigerantes de Gengibirra.

Bairro Alto: lá é onde mora a bandidage, mas não é tão alto assim.

A parte mala

Por causa da parte chata dos CUritibocas, Curitiba tem uma péssima fama no país inteiro. E CUritiboca é aquele cara que:

– Mora há 5 anos no mesmo prédio, não conhece e nunca cumprimentou nenhum vizinho.

– Pega o mesmo ônibus todo dia, com o mesmo cobrador, mesmo motorista e mesmos passageiros, e nunca cumprimentou ninguém também.

– Vai no shópis domingo, quando está frio, e no Parque Barigüi, quando está calor. Encontra uns 15 conhecidos. Não cumprimenta nenhum.

– Naquele frio de 3ºC, as mocinhas se encasacam lindamente. Deixando uma faixa de aproximadamente 5cm de fora na barriga. Pra mostrar o pilci na barriguinha que lhe custou horas de academia ou uma lipinhu básica.

– Incrivelmente, quando vê algum idoso entrando no ônibus, cochila.

– No trânsito, verde significa “calma” e amarelo significa “corre”. É mal-educado. Paga dois IPVAs e não espera os pedestres terminarem de atravessar.

– Gasta horrores comprando roupas, mochilas e tênis da Puma e da Nike, além do iPod e do V3. Pra andar de ônibus. (Claro, Curitiba tem um dos melhores transportes urbanos do país).

– Mora num apê xexelento. Mas tem um Citröen.

– Estudaram nas melhores escolas. Mas não sabem que diabos significa o zero na fórmula da água.

– Acha chique ser antipático. É blasé.

– Ah sei lá não consigo mais pensar em nada! huahuahua!

Fim do post! rs

Se você se identificou com algum desses pontos, tipo… se liga!! rs

beijos à quem merece.

Malditinha ouve: Candlemass – Sorcerer’s Pledge

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5 Comentários (+adicionar seu?)

  1. AllDream
    ago 13, 2007 @ 22:27:00

    HAHAAHAHAHA

    Ahazow o post e o comment!

    Sobre o comment, preto é básico e chique! Vc tem um estilo mto bem definido, e isso basta e ahaza! Não tem erro, pois isso é você!

    Sobre o post, curitibocas, sim, tenho mto de curitiboca, sou um blasé por opção, um antipático por caridade, porém, me recuso Nike bosta e colar de prata (vide coco tb) e afins… Credo, Gzuz!

    hahahaha

    kisses girl!

    Responder

  2. Luccas
    ago 15, 2007 @ 14:04:00

    Weeehhh\o\ Olha eu aqui!XD
    Very batuta seu blog\o/
    Felizmente eu não me encaixei em nenhum dos itens da “parte mala” dos Curitibocas…XD E só pra constar, o que é blasé?XD (Sim, eu sou burro…XP)
    Bjão=*

    Responder

  3. João Varella
    nov 15, 2007 @ 07:28:00

    Pow, espero que tu tenhas abandonado a idéia de falar mal do Curitibocas. O “ainda” me deixou preocupado =P

    Ow, gogo trocar links =P

    Responder

  4. João Varella
    nov 15, 2007 @ 07:29:00

    follow-up

    Responder

  5. arthurlacerda
    ago 27, 2011 @ 10:21:31

    “Lhe odeio” não, e sim “Odeio-o”. Escrevi um ensaio a sério sobre os curitobocas, que publiquei no meu livro Provocações. Pode lê-lo no meu sítio; procure pelo meu nome, no Google, Arthur Virmond de Lacerda Neto, e o tópico “curitiboca”.

    Responder

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