Falando mal de alguns sites…

Como uma boa viciada em computadores há dez anos e em internet há cinco, resolvi hoje fazer um post falando de alguns sites que tenho visitado com grande frequência ultimamente. Ficam como indicação.

Malvados [ + ]

Tirinhas diárias do mais profundo humor negro feitas pelo doentio André Dahmer. Sou completamente viciada e acho que dispensa maiores comentários.

Banheiro Feminino [+]

“Um site feminino de humor, sem especialistas em assunto algum. Puro tricô.”
Descrição delas por elas. Minhas sessões favoritas são “Toque de amiga” e “Tio do WC”. O grande destaque do site é a interação entre as “usuárias”. Na maioria das sessões, quem faz são as frequentadoras, deixando seus comentários, perguntas a serem respondidas pelos “personagens” do site, “toques de amigas”. Horas e horas em frente ao computador dando gargalhadas. Adoro!

iGoogle [+]

Esse quando eu aprendi a mexer, realmente “paguei um pau” hehehehe. É a página inicial do Google personalizada. Você pode colocar diferentes guias ou gadgets nessa página. Vale tudo, pois existem centenas de gadgets a serem escolhidos. Caixa de entrada do Gmail, lembretes de aniversário do Orkut, previsão do tempo, manchetes de jornais on-line, tradutor, joguinhos, enfeites, tem de tudo mesmo. E além do mais você pode escolher o visual de fundo da sua página, que muda de cor conforme a hora do dia. Coisa linda de Deus.
Mundo Canibal [+]

Falando em coisa linda de Deus, não posso deixar de falar do Mundo Canibal. Desenhos animados em flash com humor negro e extremamente violento. São eles os famosos criadores da polêmica avaiana de pau.
SeeqPod [+]
A tradução literal para este site é “buscador tocável de músicas”. E é isso mesmo. Você busca qualquer artista e ele mostra as ocorrências, que podem ser tocadas em uma qualidade razoável. Além disso, você pode se registrar e criar várias playlits com músicas do seu gosto. Possibilita criar tocadores para serem colocados no blog, tanto de faixas sozinhas quanto de playlists. Como exemplo, coloquei essa música que adoro do The Gathering.

Quantcast

Jornale [+]

Surpreendida por vários outdoors polêmicos durante algum tempo, resolvi das uma olhada no tal site. Me surpreendeu. É bem legal mesmo. Tem uma diagramação super legal, meio alternativa, assim como a linha editorial. Destaco que eles possuem algumas matérias produzidas em vídeo, assim como tivemos no CuritibaAgora a editoria de mídia.

Acho que por hoje está bom né? hehehe

Beijos à quem merece!

“Mentes grandes discutem idéias. Mentes medianas discutem eventos. Mentes pequenas discutem pessoas.” (autor desconhecido)

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Vergonha alheia

Existem algumas pessoas neste mundo que não sei por que diabos acreditam firmemente que se encontram num patamar acima do resto da humanidade. Até aí tudo bem. O que se passa dentro da cabeça e do mundinho de cada um é algo exclusivamente seu, e que não cabe a mim julgar de forma alguma.

O problema é que tais pessoas, por acreditarem na sua superioridade (seja intelectual, moral, física, ideológica, financeira, estética ou o caralho a quatro) perdem a noção do ridículo.
Agem e pensam como bêbados chatos. Falam o que bem entendem de qualquer um, sem olhar o próprio rabo. Acreditam piamente que as pessoas riem com eles, quando na verdade elas riem deles. Não enxergam as caretas às suas costas e as ofensas sussurradas ao redor. Crêem ser amados por todos. E se alguém odiar, bem, esse alguém é inferior, tem inveja. É o resto.
Convivo com tantas pessoas assim no dia-a-dia, e nutro por elas apenas um sentimento:

Vergonha alheia

Sinto vergonha alheia por essas pessoas. A mais profunda vergonha alheia. Tenho até vergonha de ser vista perto delas, e de alguém saber que as conheço e convivo com elas. Não sinto ódio, não sinto desprezo, muito menos inveja. Apenas uma profunda e sincera vergonha alheia. Essa gente precisa de um bem dado toque de amiga. E de preferência de alguma amiga que não faça parte desse universo paralelo de “pessoas superiores”.

Toque de amiga neles, gente!

Para finalizar, novamente, eles, os Malvados. Nha! amo!

Beijos à quem merece! 😉

Malditinha ouve: My dying bride – L’Amour Detruit

Falando mal de mesquinharia

Pois é, fiquei um bom tempo sem postar por um motivo bem plausível.

Não achei nada interessante para escrever… hehe

Talvez em alguma madrugada, em frente ao meu computador, ouvindo Doom Metal e bebendo Coca-Cola tenha surgido alguma idéia na minha cabecinha. Mas fugiu tão rapidamente quanto veio. E hoje finalmente achei algo bom para se falar mal.

Uma das piores coisas que existem na humanidade contemporânea.

Mesquinharia.

Como já diria eu mesma em um momento reflexivo:

Agüento gente falsa, estúpida, mal-comida, mal-educada, gorda e sebosa. Mas não suporto gente mesquinha. Tá bom, gente sebosa (tanto no sentido figurado quanto no sentido literal da palavra, de sebo, ranso mesmo) eu não agüento muito tempo… rsrs

Existem pequenos gestos que as pessoas fazem pela gente que mostram bom coração e empatia. Eu reparo nesse tipo de coisa. Um gesto despreocupado e sem esperar nada em troca, muitas vezes vale mais do que mil tesouros.

Mas existem outros pequenos gestos, nem sempre tão pequenos que mostram o caráter sujo das pessoas. Gestos mesquinhos e de caráter egoísta.

Não vou citar nomes, nem qual foi o gesto. Quem estava junto viu.

Só adianto que não se tratou de nada absurdo, foi apenas um pequeno gesto que mostrou que a pessoa era extremamente mesquinha, unha de fome mesmo.

Pra terminar, só para foder, vou colocar uma tirinha dos Malvados, que remete à uma frase muito inteligente que minha amiga Karen Lisse disse hoje de manhã… heheheh


Por hoje é só.
Beijos à quem merece!! 😉

Falando mal de sentimentos

“Procuro. Procuro alguém que realmente me faça feliz! E acabo ficando comigo mesmo.”
(Rodrigo Sasi)
Até parece a frase de algum sábio pensador filósofo. É do meu amigo Rodrigo Sasi. Essa frase me tocou e me fez refletir. Me sinto igual.
Às vezes tenho vontade de chorar, e ter alguém para ligar e ouvir do outro lado um “eu amo você”. Não um “eu amo você” de amigos, nem de mãe, vocês me entendem.
Mas na maioria das vezes… God, eu simplesmente amo a minha própria companhia. Nos últimos tempos, ninguém mais que eu tem sido tão agradável companhia.

Ninguém além de mim ri das mesmas piadas infames e bobocas que nem eu.
Ninguém além de mim adora ficar de madrugada em frente ao computador cantando doom metal e bebendo coca-cola.
Ninguém além de mim chora ao escutar uma música que fala perfeitamente sobre apenas eu.
Ninguém além de mim adora sentir um perfume de jasmim num final de tarde nostálgico.
Ninguém além de mim fica feliz apenas em observar o pôr-do-sol da janela do 9º andar.
Ninguém além de mim sente a alegria mais sincera do mundo ao tomar um frutilly e sair cantando bem alegre.
Ninguém além de mim se encanta e se emociona com coisinhas tão simples.
Ninguém além de mim adora caminhar sozinha e pensar e repensar bobeiras da própria vida.
Ninguém além de mim abre uma garrafa de champanhe sem álcool e bebe inteira enquanto dá risada e brinda com o ar.
Ninguém além de mim fica falando sozinha para escutar a própria voz.
Ninguém além de mim tem tantas piras internas consigo mesma.
Ninguém além de mim adora cozinhar pra si mesma.

Procuro. Procuro alguém que realmente me faça feliz! E acabo ficando comigo mesmo.
Eu me faço muito feliz, obrigada.
Folheio meus escritos de meses atrás. Me vejo sozinha e perdida. Me vejo sentido falta de algumas pessoas que hoje me parecem tão patéticas.
Não preciso de você. Não preciso de vocês. Eu tenho o que preciso.
Uns pouquíssimos amigos pelos quais vale a pena por a mão no fogo. E eu mesma. Meu amor próprio. Eu acho que me amo como ninguém nunca foi capaz de me amar. E sinceramente acho que nunca será.
Todos os sentimentos que as pessoas procuram em relacionamentos eu tenho em mim mesma.

E tem outra coisa. Essa música é a minha música da semana:

Katatonia – Don’t tell a soul
“I live all for this thing that I heard someone sing
When you have no one, no one can hurt you.”

Parece que Nyström, Norrman e Renkse leram meus pensamentos ao escrever essa frase.
Malditinha ouve: Tiamat – A deeper kind of slumber

Falando mal de Primo Basílio

Proibido para menores de 18 anos
(é sério, não venham falar depois que eu escrevo besteira demais aqui, o blog é meu, PORRA)
O filme se resume em cinco palavras básicas: traição, morte, pornochanchada e putaria. Ok, foram quatro. hahaha!
Mas sério, meu, eu achei muito massa.
Primeiro que a companhia foi fodástica. Eu e mais três amigos fodas, e só mais um casal na sala de cinema. Risadas e comentários estapafúrdios em alto e bom som.
A personagem mais foda do filme todo é a Eleonor.
Destaco algumas de suas falas que me tocaram profundamente:
“Quem dá a boca dá tudo”
“Só uma vez querida, lavou, tá nova”

Sério, as biscates são sempre as personagens mais legais dos filmes. Não a biscate chatinha protagonista. Meu, fala sério, chatinha, mimadinha, tinha mesmo era que se foder. huahuahua
Eu tava esperando um filme chato. Pelo contrário! Tem até fantasma! E a bunda do Fábio Assunção! uhuhuhuuuuuuuuuu
E o Basílio é um belo de um filho da puta.
Bom gente, acho que é só. rs.
Vou terminar de fazer minha inalação porque estou rouca que nem uma velha de tanto rir.
Moral da história: Não forneçam para os seus primos. Muito menos seus anéizinhos de couro. Principalmente se eles forem morenos altos, bonitos, sensuais, tiverem pegada, lindos olhos verdes e se chamarem Basílio.
ps.: cuidado com o bi-articulado. (P.I.)

Falando mal de cultura

Alienação por opção.

Dziga Vertov, Saramago, Tom Jobim, Folha de S. Paulo, Eisenstein, música erudita, Cinemateca, Godard, Dostoievski, IstoÉ, Maquiavel…

Prefiro não ter que pensar muito. Jornal Nacional, depois novela das oito. Antes de dormir um gibi da Turma da Mônica. De manhã, programa do Renato Gaúcho. À tarde, Casos de Família. Domingo vou ao cinema ver A hora do rush 3.

É tão mais fácil alienar-se.


Malditinha ouve: The Gathering – Sand and Mercury


ps.: post meramente ilustrativo.

Falando mal de curitibocas

Calma, esse ainda não é o post no qual falarei mal do Curitibocas.

Irei falar mal dos curitibocas mesmo.

Inicialmente, esclarecendo, digo que curitibocas não são necessariamente curitibanos. E vice-versa. Também já faço outro esclarecimento: Sou curitibana de nascença e sempre morei aqui. Mas não sou curitiboca. Não muito. rs (ps.: dizem as más línguas que sou uma curitibana atípica.)

Até porque existe muito curitiboca que veio de fora. Grande parte da tchurma curitiboca nem nasceu aqui.

A parte engraçada

“Não sou cavalo pra ficar mostrando os dentes” – meu pai, sobre a antipatia Curitibana.
Um bom exemplo do que é um curitiboca é dar uma lida no verbete Curitiba da Desciclopédia. É longo mas rende boas risadas.
Transcrevo aqui algumas partes interessantes:

Bizarramente o curitiboca típico não consegue compreender a expressão ‘Bom Dia’ entendendo algo como ‘Lhe odeio seu cão sarnento!’. Isso ainda é passível de estudos.

A cena MODS curitibana pode ser encontrada principalmente na seção de absorventes femininos da rede Farmais, Nissei, Drogarias Curitiba, entre outras, assim como no perímetro gerado pelo Palácio de Telecomunicações Costa Silva, a Praça Tiradentes e o Shopping Mueller. Os MODS se vestem com ternos esquisitos, acham chique usar lambretas e fones brancos.

Único lugar do mundo onde se fabricam os refrigerantes de Gengibirra.

Bairro Alto: lá é onde mora a bandidage, mas não é tão alto assim.

A parte mala

Por causa da parte chata dos CUritibocas, Curitiba tem uma péssima fama no país inteiro. E CUritiboca é aquele cara que:

– Mora há 5 anos no mesmo prédio, não conhece e nunca cumprimentou nenhum vizinho.

– Pega o mesmo ônibus todo dia, com o mesmo cobrador, mesmo motorista e mesmos passageiros, e nunca cumprimentou ninguém também.

– Vai no shópis domingo, quando está frio, e no Parque Barigüi, quando está calor. Encontra uns 15 conhecidos. Não cumprimenta nenhum.

– Naquele frio de 3ºC, as mocinhas se encasacam lindamente. Deixando uma faixa de aproximadamente 5cm de fora na barriga. Pra mostrar o pilci na barriguinha que lhe custou horas de academia ou uma lipinhu básica.

– Incrivelmente, quando vê algum idoso entrando no ônibus, cochila.

– No trânsito, verde significa “calma” e amarelo significa “corre”. É mal-educado. Paga dois IPVAs e não espera os pedestres terminarem de atravessar.

– Gasta horrores comprando roupas, mochilas e tênis da Puma e da Nike, além do iPod e do V3. Pra andar de ônibus. (Claro, Curitiba tem um dos melhores transportes urbanos do país).

– Mora num apê xexelento. Mas tem um Citröen.

– Estudaram nas melhores escolas. Mas não sabem que diabos significa o zero na fórmula da água.

– Acha chique ser antipático. É blasé.

– Ah sei lá não consigo mais pensar em nada! huahuahua!

Fim do post! rs

Se você se identificou com algum desses pontos, tipo… se liga!! rs

beijos à quem merece.

Malditinha ouve: Candlemass – Sorcerer’s Pledge

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